O liberalismo, questão filosófica do século dezoito, já abordava e defendia a não intervenção do Estado nas relações de comércio e mercadológicas. O Estado dito laico, não intervencionista.
Laico porque não está vinculado a nenhuma crença religiosa nem admite interferência alguma da Igreja em seus assuntos políticos.
Do mesmo modo que não irtefere nas crenças religiosas, quaisquer que sejam.
O liberalismo defende a propriedade privada, o livre comércio, acreditando que o mercado auto-equilibrado é muito melhor para uma economia saudável e dinâmica. Onde seu princípio é a livre iniciativa e o lucro.
A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo, é o desemprego.
Simultaneamente, o liberalismo advoga a criação de instituições para dar voz ativa aos cidadãos nas decisões políticas. É a partir disso que ocorre o fortalecimento do Parlamento, órgão de representação por excelência das forças atuantes da sociedade e capaz de coibir os excessos do poder central.
Já leu algum autor antiparlamentarista?
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