quinta-feira, 20 de outubro de 2011

COMO CRESCER E CONTROLAR A INFLAÇÃO?

O grande desafio dos países em desenvolvimento, entre eles, o Brasil, é o controle da inflação, equilibrando com um crescimento desejado.
De acordo com a Presidente Dilma Rousseff, a medida que deu certo neste sentido, durante o governo Lula, foi a redução de impostos: corte de impostos sobre os bens de capitais.



O governo precisa desonerar o investimento. Como o das grandes máquinas e equipamentos que abastecem a indústria. Isto traz maiores investimentos, consequente aumento de empregos, do consumo e estabilidade na economia.



Com a redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) aumenta-se imediatamente a arrecadação de impostos, o que pode e deve ser revertido em investimentos nas áreas sociais como obras públicas, por exemplo.




Há a necessidade de desonerar as exportações.
O grande empecilho do momento é o controle através do aumento interno do valor do dólar.




O IPCA (Indice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o indicador usado pelo Banco Central, se utiliza da taxa básica de juros, a  SELIC. 

Caso os juros do país estejam altos, o consumidor tende a comprar menos, porque a prestação de seu financiamento vai ser mais alta. Isso reflete na queda da inflação.




Com a declarada e preocupante crise de consumo que o capitalismo tem sofrido desde 2008, com a queda do sistema financeiro norte-americano, o Brasil voltou seu empenho comercial para a China, que etá em franca expansão.



 




Este intercâmbio tem sido a pilastra mestra de toda sustentação de nossa "saúde comercial".
Melhorar e reforçar este intercâmbio é a "lição de casa" dos nossos ministros.

A China, tem absorvido até o momento, nossas commodities, mas sua projeção de crescimento para este ano já se encontra abaixo do previsto.
Com uma possível recessão mundial, inclusive Europa, Estados Unidos e parte da América Latina, o Brasil terá que voltar suas atenções para o mercado interno, o que, não será o suficiente, sabemos.


Com o perfil bem delineado de uma classe C consumidora e voraz, temos ainda a preocupação de uma crise de abastecimento, o que sobrecarrega toda a economia e acelera muitíssimo a inflação.  Isto poderá trazer de volta índices de dois dígitos, coisa que nos assombrou enormemente até a criação do Plano Real.




Precisamos, urgentemente, nos antecipar aos acontecimentos a fim de evitar esse terrível desfecho para uma economia que tem servido de exemplo mundial de boa administração financeira. 
Muitos problemas de solução difícil pela frente...