O grande desafio dos países em desenvolvimento, entre eles, o Brasil, é o controle da inflação, equilibrando com um crescimento desejado.
De acordo com a Presidente Dilma Rousseff, a medida que deu certo neste sentido, durante o governo Lula, foi a redução de impostos: corte de impostos sobre os bens de capitais.
O governo precisa desonerar o investimento. Como o das grandes máquinas e equipamentos que abastecem a indústria. Isto traz maiores investimentos, consequente aumento de empregos, do consumo e estabilidade na economia.
Com a redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) aumenta-se imediatamente a arrecadação de impostos, o que pode e deve ser revertido em investimentos nas áreas sociais como obras públicas, por exemplo.
Há a necessidade de desonerar as exportações.
O grande empecilho do momento é o controle através do aumento interno do valor do dólar.
O IPCA (Indice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o indicador usado pelo Banco Central, se utiliza da taxa básica de juros, a SELIC.
Caso os juros do país estejam altos, o consumidor tende a comprar menos, porque a prestação de seu financiamento vai ser mais alta. Isso reflete na queda da inflação.
Com a declarada e preocupante crise de consumo que o capitalismo tem sofrido desde 2008, com a queda do sistema financeiro norte-americano, o Brasil voltou seu empenho comercial para a China, que etá em franca expansão.
Este intercâmbio tem sido a pilastra mestra de toda sustentação de nossa "saúde comercial".
Melhorar e reforçar este intercâmbio é a "lição de casa" dos nossos ministros.
A China, tem absorvido até o momento, nossas commodities, mas sua projeção de crescimento para este ano já se encontra abaixo do previsto.
Com uma possível recessão mundial, inclusive Europa, Estados Unidos e parte da América Latina, o Brasil terá que voltar suas atenções para o mercado interno, o que, não será o suficiente, sabemos.
Com o perfil bem delineado de uma classe C consumidora e voraz, temos ainda a preocupação de uma crise de abastecimento, o que sobrecarrega toda a economia e acelera muitíssimo a inflação. Isto poderá trazer de volta índices de dois dígitos, coisa que nos assombrou enormemente até a criação do Plano Real.
Com o perfil bem delineado de uma classe C consumidora e voraz, temos ainda a preocupação de uma crise de abastecimento, o que sobrecarrega toda a economia e acelera muitíssimo a inflação. Isto poderá trazer de volta índices de dois dígitos, coisa que nos assombrou enormemente até a criação do Plano Real.
Precisamos, urgentemente, nos antecipar aos acontecimentos a fim de evitar esse terrível desfecho para uma economia que tem servido de exemplo mundial de boa administração financeira.
Muitos problemas de solução difícil pela frente...
Muitos problemas de solução difícil pela frente...